22 agosto 2008


Fui ao teu encontro...







Caminhando dançando-te as ancas,
Vou torneando o corpo para Ti,
Pedes-me que modere,
Pois sabes que me observam,
Provoco ainda mais,
Quero que sintas o meu corpo,
Entrando nos olhares alheios,
Quero que sintas ciumes,
Um ciume louco,
Sabes que sou Tua,
Só Tua...
Mesmo assim gosto que me observem,
Que saibas o que tens...
Sussurro-te que Te desejo,
Roço o rabo em Teu sexo,
Soltas um gemido...
O bar esta cheio,
Parecemos sardinhas em lata,
Vou-me colando mais a Ti,
Sinto-te o pénis a sua tesão,
Vou-te desapertando o fecho,
Enquanto meu rabo,
Roça em Ti mais perto,
Mais pele com pele,
Estas louco,
Soletras baixinho,
Soluçando que sou doida,
Sou sim, por Ti...
Anda ninguém vai notar,
E,
Se notarem que se lixem,
Come-me aqui...
Agora...
Com a audácia que só Tu sabes...
Quero sentir-te dentro de mim...
Assim desse jeito,
Desse jeito tão Teu...


10 comentários:

VERTIGO disse...

Outro sussurro....assim vou me apaixonar,rssrsrsrrs

Um ótimo fim de semana!!!

BJS

Fernando Rodrigues disse...

Que maravilha
Bjus bfsemana

Fernando

poesia disse...

Na floresta dos delírios
reencontro e habito-te
no segredo das sombras
abro as janelas das estrelas
viajamos na noite

joão marinheiro disse...

Audácia...
Beijo daqui onde o mar adormece no sol.

* Casal do Arrocha * disse...

Hummm, ousadia pura...
Delícia.
Bjs.

cheiodetesao disse...

Bem lindo, este post, sumarento e... provocador!

Um beijinho, bom fim de semana.

Sarah disse...

beijo docinho

DESIRE disse...

Sabe tão bem a entrega assim!
Adorei este post.
Bom fim-de-semana
Bjs prometidos

Pedro M disse...

… a pressão que o teu rabinho faz sobre o meu sexo enlouquece-me.
O tesão é maior do que a cautela.
Olho em redor, a música abafa as conversas. Todos parecem absortos.
Faço rodar a tua saia, para que a racha fique para trás.
As tuas mãos libertam o meu pénis, duro, intumescido, que se aninha entre tuas coxas.
Com os dedos afasto tuas cuequinhas e entreabro tua coninha.
Ohh… está tão húmida, tão quente!
Alças o rabinho para o receber em ti.
Do outro lado do balcão a empregada sorri-te quando teus lábios fazem um óó, quando me encosto e meu pénis mergulha em ti. Seguro tuas ancas que bamboleias. Teus olhos estão cerrados. Gemes baixinho. Dizes palavras incongruentes. Balanças ao som da música, num vaivém frenético, sob o olhar atento e excitado da rapariga que nos serve. Sinto como me apertas, sinto a tua pulsação em teu sexo, tenho medo que grites. Sinto-te estremecer, sinto-te escorrer, molhada. Vais gritar, mas num gesto súbito a empregada debruça-se e sobre o balcão abafa teu grito com os seus lábios sobre os teus. Não aguento. Num último espasmo empurro os quadris para a frente, como se quisesse entrar ainda mais em ti e venho-me. Sinto como te inundo. Uma e outra vez. Fico assim uns momentos sentindo-te ainda vibrar.
Só agora sinto novamente a música que enche o bar, o som das vozes que nos rodeiam. Reparo nalguns rostos que nos observam. Ter-se-ão apercebido, ou terá sido o facto de duas mulheres se beijarem tão apaixonadamente em público que os fez olhar? Discretamente saio de ti e componho-me. E tu, rodas o teu corpo e beijas-me. Vem, dizes, vamos para casa, preciso de ti.

Um beijo

João disse...

extraordinariamente intenso este teu espaço. adorei.