28 janeiro 2015

e,
esta gripe que não me larga


24 janeiro 2015


porque mexes comigo
porque cada toque teu é magico
ainda que mesmo temporário
és tão presente em mim
gosto
gosto de te provocar
gosto
gosto do teu beijo molhado nos meus seios
gosto-te de te sentir assim
tão presente em mim


23 janeiro 2015


preciso respirar-te
não e preciso ver, só sentir
as vezes parece que insisto em algo louco
mas, e a louca sanidade de mim que te deseja assim
de formas e jeitos diferentes
quero respirar-te
os arrepios da pele da tua pele
vendado,
amarrado,
sem forma de poderes tocar-me 
sinto-te o sexo rijo
de baixo das calças algo palpita
roço-me em ti
imploras que te solte 
beijo-te
toco-me
roço-me de novo em ti
respiro-te
e,
sento-me em ti
violo-te,
abuso de ti,
deliro no gozo do teu sexo
quero me vir
quero que te venhas
suplicas que não aguentas mais
e,
num levanta e senta no teu sexo 
vimos-nos que nem loucos enfurecidos





22 janeiro 2015

Apalpar o amor
Permitir o proibido
Não há sentimento sem amor
E, gasto o tempo em carinhos
Nos caminhos do teu corpo
Onde em suspiros me dou
Esfrego-te em letras o que sinto
Não aceito o não…
Quero ouvir-te em qualquer soneto
Onde te cales em mim
Aumento o volume do corpo
Quero o que as vezes fazes de mim
Satisfazeres-me assim maluca por ti
Entrelaças os dedos em meu cabelo
Puxas-me para ti
Vou voando alto nos sentires
O desejo já e um demónio em mim
Arrepios por trás do pescoço
Recito ruídos, gemidos
Cheiro-te, num cheiro inebriante
Exponho-te o meu desejo
E, nas palavras contidas segredo-te vontades
Brotas em mim luxurias
Desflorando-me o corpo
Com a tua língua provas-me o tesao
Exploras-me as entranhas
E,

Esperas apalpar o amor de nós


                                                         
         


Peço desculpa aos meus seguidores mas este pc esta maluco e tem removido tudo o que é comentários
Agradeço a compreensão
Obrigado 

19 janeiro 2015



Vais-te perdendo em toques
Os meus seios teus devaneios
Brincas em mim
Com a boca vais fazendo a prova
Com a tua língua alimentas o paladar
Vais condimentando-me o corpo
Ainda lhe falta um pouco mais de um qualquer condimento
Mexes como se de mistura precisa-se
Para sentir o verdadeiro diluvio de mim

Vais-te perdendo em toques