30 outubro 2016
17 julho 2016
quando chegares não me deixes ir,
agarra—me forte se preciso for amarra—me em ti,
mas,
quando chegares não me deixes ir,
não sei se estás perto ou longe ou se já te tive ou tenho sem saber,
ainda a assim diz—me quem és para mim que queres de mim,
tenho tanto para ti aqui guardado,
tenho a fúria deste corpo do desalinho da tesão por ti,
tenho a ganância do teu sexo em meu,
a vontade de provar—te o sabor do teu fluido, o paladar do teu beijo,
mas,
quando chegares não me deixes ir,
deixa—te ficar em mim...
16 junho 2016
aprofunda-se os nossos sentires,
a luta das mãos,
pela noite dentro vamos brincando,
tu que sabes do que preciso,
vontades,
desejos,
sonhos,
delírios,
já não me basta o teu toque,
já não me bastas na distancia de dias,
bastava-me o teu respirar,
e,
seria tua eternamente,
nesta eternidade da vida que se escassa...
04 junho 2016
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