inquietas-me...
esta safadeza que fazes em mim,
é tão bom este sentir,
sinto-me em sufoco a quando o distante de Ti,
deliciosamente percorreres-me o corpo,
deixa-me aninhar-me,
encostar o rosto no teu peito e sentir o prazer do mimo,
apeteces-me tanto...
quando me seguras o rosto frente a frente,
impões que te olhe,
queres observar as expressões de meu tesão,
saber de onde vem estes tremores,
estes frios que me escorrem a espinha,
que me matam de prazer,
fazes-me renascer de novo de um nada que é um tudo,
este teu me possuir deixa-me doida,
perdida de mim mesma,
tem vezes que te peço que me aches...
me tragas de volta...
que regresse a terra...
pois tem vezes que a respiração para e nem sei se me aguento,
mas,
recomeço de novo pois é sempre tão mas, tão bom...
deixas-me perdida de mim,
nesta entrega a Ti...